Confesso! O blog anda muito light. Não falain ainda sobre metal nem nada do tipo, ainda não falarei apenas vou indicar um documentário e um post sobre black metal. O documentário foi indicação de um amigo, LéoJagger e o post li num blog de design (!), muito legal, colo aqui em baixo um trecho da matéria.
Onde o mundo vê apenas barulho e ódio, eu vejo uma expressão artística forte e abrangente. Desde a representação gráfica nos logos das bandas, o som que é aprimorado a cada disco até as apresentações ao vivo, repletas de elementos teatrais que têm como principal ponto provocar a audiência. O importante para mim não é o peso, o choque visual; o importante é a intensidade e isso sim é arte.
O documentário é o Satan Rides the media que fala sobre o Lord, Varg Vikernes, e mostra o início das queimas de igrejas e qual o papel da mídia na disseminação do Black Metal e tudo mais.
Lembrando que aqui Porto Alegre tivemos mais uma edição do Setembro Negro Festival. Uma bela iniciativa do Bar Opinião que se compromete a trazer no minímo uma vez por ano uma banda agressive pra cá. Esta iniciativa trouxe, há alguns anos atrás, Dark Funeral. Eu estava presente e foi um ótimo show. Este ano infelizmente não pude comparecer.
Meu Deus! É muito complicado medir as palavras diante de uma filme como Up!
Chega a ser chato dizer que Disney/Pixar acertou novamente. Chega a ser chato dizer que cada ano eles produzem um filme melhor. Chega a ser mais chato ainda tentar imaginar os limites deste pessoal.
Ao ver o trailler tinha imaginado um outro filme na minha cabeça ainda bem, Up! é melhor do que eu poderia sonharia imaginar. Muita gente duvidou do apelo que teria o filme. Um velho levando uma casa aos céus com balões? Junto dele um gurizinho com cara de moscão que entra na aventura sem querer….. Ih! vinha aquela velha máxima na cabeça de cara, “eles entraram numa saga juntos por acidente e se tornaram amigos… Bahhhh que clichê”. Sim, é clichê. Só que a Disney/Pixar faz você acreditar que isso é pode aconteceu, afinal o relacionamento ocorre ao natural e do nada parece ser possível uma casa com balões levantar voô e aquele gurizinho gordinho com cara de moscão tornasse a criança ingênua e simpática que você imagina ter sido na infância.
O filme começa mostrando a vida de Carl Fredricksen e sua esposa e num apanhado de cenas sem diálogo você consegue ver como foi o casamento deste simpático casal que se conhece durante a infância e acabam envelhecendo juntos. Genial. Pecado seria não esboçar reações diante de cenas tão lindas e facilmente assimiláveis mesmo sem diálogos. Confesso, já estava ao prantos.
Up! é um filme diferente, um filme que meche com nossos sonhos de criança, mostra que talvez a vida impeça que eles se tornem realidade, mas que não devemos parar nem um momento de tentar, não importa a idade, não importa as condições que o mundo te impõe. Por estes e outros motivos Up! É um dos melhores filmes que já vi na minha vida.
Vi em 3D e achei bem suave. A real é que o filme é tão bom que esqueci a porra do óculos e de observar a qualidade do 3d.
Ahhhh, tchê! Deixa de ser cabeça de pudim ou cara de alface e achar que animação é coisinha pra criança e vá ao cinema ver Up! Altas Aventuras. Diversão garantida! Eu garanto!
Uma das poucas coisas positivas em assistir “Anjos e Demônios” foi ver o trailer de “Transformers 2: A Vingança do Derrotados”. A confirmação da continuação dos robôs gigantes nas telonas veio quando o tiozinho da Paramount viu o que rendeu o filme. Novamente teremos o simpático Shia La Beouf e ela, Megan Fox. Inicialmente não importa muito a história do filme, até porque o título já traz um resumo do que será, então para não ser injusto deixo o trailer e “Transformers 2: A Vingança dos Derrotados” e link para o que realmente interessa no momento, ela, Megan Fox.
Neste link um video da revista que vale, e muito, a pena ver.
Há! Eu fui ver. Tinha que ver. O prazer que tenho em falar mal das coisas me fez criar forças e ir ver novamente um Tom Hanks sem brilho pagando uma de professor Robert Langdon. Não preciso falar que o filme é baseado em um livro do Dan Brown, um Paulo Coelho com grife. Também não irei comentar o cabelinho do Tom Hanks, nem a cena inicial em que o vemos nadando como uma velha reumática, vou direto ao que interessa.
É um filme em que durmir esta fora de cogitação, afinal, como diria a torcida do Corinthians, o filme não pára, não pára, não pára! Isso é bom? Não, neste caso não é. Vemos correria pra cá, morte pra lá, carro cantando pneu acolá, mais correria, morte, carro acelerando novamente, igrejas, morte, mapas, padres, Vaticano, pedofilia, opa! isso não tem. Na real podemos considerar o filme um “Velozes e Furiosos” com pitadas de Carmem San Diego.
Mas o melhor é o final, realmente é muito bom! Ri muito! Como se não bastasse o filme inteiro ser baseado em uma conspiraçãozinha, temos um gran finale muito trash! Quer saber, cansei! Chega de falar deste filme, tchê!
Após ver os trailers do que estava dando nas telonas decidi ver Star Trek, mas acabei indo com uma amiga e neste vai e vem de pegar ela na sua casa e tudo mais acabamos nos atrasando, chegando lá perdemos a sessão de Star Trek e decidi (afinal, eu decido) vermos “Eu Te Amo, Cara”.
Uma grata surpresa.
Esperava embebar-me em meu choro, lembrando dos meus amigos, dos grandes momentos que passamos junto, acabei nem chorando e, por consequência, não embebedei-me em lágrimas.
Podemos considerar o filme uma vingança para quem cansou de ser obrigado pela namorada/amiga/peguinha/noiva/mulher para ver aqueles dramas mela cueca. Ele brinca com o que os americanos chamam bromance (sentimento afetuoso entre amigos, entre “bros”, brothers, saca?).
Democraticamente começo dizendo que talvez ela também não esteja tão afim de você, machão.
Mas! Certas coisas nunca mudam, como meu amor pela Scarlett. Claro, não é uma Gisele Bündchen minha eterna Deusa, but! confesso que a Scarlett me tira o fôlego e sempre penso que se todos os homens tivessem uma Scarlett o mundo seria um lugar melhor para se viver.
Tudo isso para dizer que vocês não podem deixar de conferir minha musa em “Ele Não Está Tão Afim de Você”. Realmente um filme que me surpreendeu muito!
Convidei uma amiga para ir mas ela acabou “não podendo estar comparecendo”. Sorte minha que li críticas e percebi que não era um filme que fosse obrigatória a ida em casal (mesmo não levando isso normalmente a sério). Pois bem, convidei dois amigos, fomos ver e nos divertimos muito.
É um ótimo filme sobre relacionamentos e deixa margem para que você tire sua própria opinião sobre diversos casos apresentados. Além disso tem personagens profundos e outros muito razos, talvez, necessários para estereotipagens que mostram as diversas formas de relacionamento.
Nunca neguei que este filme é inspirador pra mim. Aquela abertura genial além do trecho que o Kevin Bacon se irrita e, pra extravazar, sai dançando como um maluco sem causa, ótimo, perfeito.
Mas como estão os atores que deram vida a estes fantásticos personagens (forcei?) deste filme? O que andam fazendo? Questionamentos que ninguém deve ter mas como encontrei a resposta visitando um site gringo decidi compartilhar.
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