Confesso! O blog anda muito light. Não falain ainda sobre metal nem nada do tipo, ainda não falarei apenas vou indicar um documentário e um post sobre black metal. O documentário foi indicação de um amigo, LéoJagger e o post li num blog de design (!), muito legal, colo aqui em baixo um trecho da matéria.
Onde o mundo vê apenas barulho e ódio, eu vejo uma expressão artística forte e abrangente. Desde a representação gráfica nos logos das bandas, o som que é aprimorado a cada disco até as apresentações ao vivo, repletas de elementos teatrais que têm como principal ponto provocar a audiência. O importante para mim não é o peso, o choque visual; o importante é a intensidade e isso sim é arte.
O documentário é o Satan Rides the media que fala sobre o Lord, Varg Vikernes, e mostra o início das queimas de igrejas e qual o papel da mídia na disseminação do Black Metal e tudo mais.
Lembrando que aqui Porto Alegre tivemos mais uma edição do Setembro Negro Festival. Uma bela iniciativa do Bar Opinião que se compromete a trazer no minímo uma vez por ano uma banda agressive pra cá. Esta iniciativa trouxe, há alguns anos atrás, Dark Funeral. Eu estava presente e foi um ótimo show. Este ano infelizmente não pude comparecer.
Ele se foi. Muita gente disse frases como:
“Oh! Porque ele era infeliz, falava que vivia sozinho”
“Finalmente este pobre menino que foi sempre estrangulado pela mídia terá descanso”
“Um gênio que dedicou sua vida a música finalmente vai descansar e ouvir tudo que foi capaz de fazer”
Dane-se! Não me interessa nem um miserável poquinho, eu sou egoísta ao falar dos meus ídolos e ele estivesse vivo permaneceria a ilusão de um dia ir a um show dele. Agora essa doce ilusão se foi.
Um cara que com 11 anos já cantava melhor do que vou cantar em toda minha vida, não vou nem falar em dança que nisso ele bate todo mundo. Não posso falar nada além do que foi falado, só que fiquei muito triste e que nunca tinha parado para pensar na idade que ele tinha.
Sinceramente acho que ele não se aproveitava das crianças e também acho que ele não curtia mulher, sinceramente ele parecia assexuado, mas isso pouco importa.
Uma coisa curiosa é que cinco minutos antes de receber a notícia do seu falecimento estavamos na aula de Experimentos em Design II e cantavamos, eu e mais uns colegas, “ABC”. Que coisa, que coisa… E que domingo fui em uma festa e no caminho fui ouvindo no carro um cd que tem MJ e Bee Gees e na festa o momento que decidi ir para pista foi quando a banda tocou “Smooth Criminal”.
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